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Erupção Vulcânica: Enacol entrega 1,7 mil contos à Cruz Vermelha destinados às vítimas da erupção

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Actualizado a 30/01/2015, 11:57 Mindelo, 30 Jan (Inforpress) - A Empresa Nacional de Combustíveis (Enacol) entregou na manhã de hoje, no Mindelo, à Cruz Vermelha de Cabo Verde um cheque no valor de 1.764.972 escudos, fruto da campanha de solidariedade para com as vítimas da erupção. A campanha, denominada “abastecimento solidário”, decorreu nos postos de venda de combustíveis da empresa em todo o país, durante um mês, e enquadrou-se na vertente responsabilidade social da Enacol. Assim, de 10 de Dezembro do ano passado a 10 de Janeiro do corrente ano, a Enacol vendeu 1.764.972 litros de combustível nas bombas e converteu essa medida em escudos, já que prometera, no início da campanha, entregar um escudo por cada litro de combustível à causa das vítimas da erupção vulcânica. O director-geral da Enacol, Carlitos Fortes, na ocasião da entrega do cheque ao presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde, Mário Moreira, expressou satisfação por a empresa ter podido aderir ao apelo feito pelas populações do Fogo. “A Enacol tem vindo a apoiar várias causas em Cabo Verde e esta é uma daquelas que mais prazer nos deu”, lançou Carlitos Fortes, convicto de que o donativo em numerário irá chegar numa altura em que há uma “perda de gaz” em relação aos diferentes apoios que foram canalizados. O director-geral da Enacol agradeceu ainda os clientes que assim contribuíram “directamente com as vítimas” da erupção, e elogiou a “excelente parceria” que estabeleceu com a Cruz Vermelha, neste caso, que qualificou de “muito eficaz”. O presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde, Mário Moreira, por seu lado, “valorizou sobremaneira”, como disse, a iniciativa da Enacol, cuja administração, reforçou, “envolveu-se” desde a “primeira hora” na “grande onda de solidariedade” para com os deslocados da Chã das Caldeiras. Mário Moreira reforçou, na ocasião, que o “grande compromisso” da Cruz Vermelha é “tudo fazer” para que os donativos disponibilizados, quer em géneros, quer financeiros, “contribuam para devolver em parte” a tranquilidade dos desalojados e assegurar “o mínimo” para continuarem as suas vidas. AA Inforpress/Fim

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