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São Filipe: Duas viaturas com mercadorias transportadas pelo fast ferry Kriola tombaram durante percurso Praia/Fogo

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Actualizado a 27/01/2015, 11:59 São Filipe, 27 Jan (Inforpress) – Duas viaturas de marca “Dina” carregadas de mercadorias, que eram transportadas no fast ferry “Kriola” na segunda-feira no percurso Praia/São Filipe, tombaram durante a viagem o que levou o navio a fazer mais tempo que o habitual. As duas viaturas encontram-se ainda no porto de Vale dos Cavaleiros com danos ligeiros mas os produtos que se espalharam pelo interior do navio ficaram danificados, causando prejuízos às casas comerciais “Inácio” e “António Káká”. Operacionais do porto de Vale dos Cavaleiros confirmaram à Inforpress que o Kriola chegou sem problemas mas levou mais tempo para chegar à ilha do que o habitual, tendo atracado no de São Filipe depois das 23:00 horas de segunda-feira. O processo para retirada das duas viaturas acidentadas e as mercadorias levaram muito tempo e o Kriola só deixou o porto de Vale dos Cavaleiros com destino ao porto de Furna na ilha da Brava depois das 05:30 desta terça-feira, tendo chegado àquela ilha às 06:04. Sobre o incidente, não foi possível contactar a tripulação do navio e os funcionários da agência do fast ferry em São Filipe, contactos pela Inforpress, afirmam não estarem autorizados para prestar quaisquer informações, limitando-se a informar que o navio, como a escala habitual, fará uma viagem entre as ilhas da Brava e Fogo nesta terça-feira. Inácio Alves, proprietário de uma das casas comerciais cujas mercadorias ficaram danificadas com o incidente, contactado pela Inforpress, afirmou que na sua óptica o incidente deveu-se à “negligência e não ao estado do mar”, anotando que se a viatura capotou é porque devia estar “apoiado” de um dos lados, o que não aconteceu. Sobre o valor dos prejuízos, este alegou não estar em condições, no momento, de avaliar os prejuízos mas que já contactou o seu advogado para resolver a situação. Já o proprietário da outra viatura acidentada no interior do navio Kriola no percurso Praia/São Filipe, “António Káká”, que se encontra em São Vicente disse não ter a noção dos estragos, mas anota que normalmente a sua viatura costuma trazer mercadorias avaliadas em mais de 3.000 contos da Cidade da Praia. Este incidente, que, para alguns, poderia ter dimensão mais grave, aconteceu menos de três semanas depois do naufrágio e afundamento do navio Vicente a quatro milhas do porto de Vale dos Cavaleiros e que vitimou 15 pessoas, sendo 12 desaparecidas e três mortos, dos quais dois corpos não foram recuperados. JRInforpress/Fim

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