30 Junho 2022

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Erupção Vulcânica: Acesso carroçável entre Ilhéu de Losna e Portela será restabelecido nos próximos dias – Antero Matos

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Actualizado a 16/01/2015, 17:32 São Filipe, 16 Jan (Inforpress) – O acesso entre Ilhéu de Losna e Portela, destruído parcialmente pelas lavas da erupção de 2014 em três pontos, será restabelecido nas próximas horas para facilitar a chegada dos agricultores aos campos de cultivo, disse Antero Matos. A decisão de restabelecer a ligação foi tomada no encontro que o Gabinete de Crise, realizou sexta-feira na cidade de São Filipe e segundo o presidente do gabinete, Antero Matos, o início dos trabalhos deve acontecer “dentro de horas ou dias”, porque a via é de “suma importância” para os viticultores de Chã das Caldeiras. Num plano futurista, disse que do encontro surgiu a necessidade da construção da nova via alternativa a Chã das Caldeiras e que passa pela Campanas de Cima/Piorno/Chã das Caldeiras, anotando que a intenção é “fazer desta calamidade uma oportunidade do desenvolvimento socioeconómico da ilha do Fogo”. A reabertura do acesso é uma das reivindicações dos moradores de Chã das Caldeiras como forma de facilitar o acesso dos mesmos às parcelas agrícolas, sobretudo as mais distantes como Montinho e Penedo Rachado e evitar que as pessoas tenham que passar em cima das lavas da última erupção ou perto do foco eruptivo ainda activo. A movimentação de pessoas em direcção aos seus campos de cultivo para trabalhos de limpeza e poda das fruteiras é grande neste momento e, segundo o viticultor David Gomes Monteiro “Neves”, este ano “a poda é mais curta devido à pouca chuva registada no ano passado e algumas fruteiras já iniciaram o processo de floração”. O Gabinete de Crise analisou também aspectos relacionados com a actividade económica de Chã das Caldeiras, nomeadamente a componente de viticultura e decidiu que a vinificação de 2015 será efectuada na adega de Monte Barro. “Todas as condições para que a vinificação de 2015 não se perca estão criadas e o estado vai suportar as despesas relativas ao arrendamento da adega de Monte Barro para a vinificação”, disse Antero Matos, indicando que conversações neste sentido foram já encetadas com os proprietários desta unidade. Outro aspecto analisado tem a ver com a construção da nova adega, mas o sítio será decidido pelos viticultores e o estado dará todo o apoio, podendo igualmente impor algumas restrições, nomeadamente a da sua construção na caldeira. “Assim que for definido o sítio para a sua construção existe consenso e será elaborado um projecto futurista, tendo em conta a expansão deste sector de actividade económica”, disse Antero Matos. JRInforpress/Fim
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