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São Vicente: Sindicato manifesta-se disposto a ajudar vítimas de naufrágio a tratar de seus direitos

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Actualizado a 15/01/2015, 19:33 Mindelo, 15 Jan (Inforpress) – Oito dias após o afundamento do navio Vicente, no Fogo, com 26 pessoas a bordo, veio hoje o Sindicato do Turismo e Telecomunicações (Simetec) colocar-se à disposição dos familiares das vítimas para a defesa dos seus direitos. Em conferência de imprensa na tarde de hoje, no Mindelo, o presidente do Simetec, Tomaz Delgado, enviou uma palavra de conforto às famílias “desamparadas” e incentivou as equipas de resgate a continuarem a fazer tudo ao seu alcance no sentido de encontrar as 12 pessoas desaparecidas. O sindicalista exigiu das autoridades competentes uma “investigação rigorosa para apurar as responsabilidades neste trágico acidente” a fim de “responsabilizar severamente os culpados”. O Simetec pede ainda para dotar as autoridades marítimas de competências e meios humanos e materiais a fim de exercerem com eficiência as suas funções e pôr cobro à sensação de insegurança existente no sector, considerando “anormal” que em sete anos se tenham registado oito acidentes marítimos com perda de vidas humanas e oito navios. O navio Vicente afundou-se na noite de quinta-feira, 08 de Janeiro, a quatro milhas do Porto do Vale dos Cavaleiros, na ilha do Fogo, com 26 pessoas a bordo, seis dos quais passageiros, incluindo um rapaz de seis anos. Até este momento registam-se 11 sobreviventes, 12 desaparecidos, um cadáver resgatado e dois corpos avistados no mar, mas que não foi possível recuperar. O navio Vicente pertencia à companhia Tuninha, media 52,7 metros de comprimento e operava em Cabo Verde desde 2011. Na altura do afundamento, devido supostamente ao mau tempo, característico daquela zona da ilha do Fogo, a embarcação transportava 230 toneladas de carga diversa. ATInforpress/Fim

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