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São Filipe: Há um “empobrecimento progressivo” das pessoas do meio rural – líder GIUSD

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Actualizado a 14/01/2015, 00:46 São Filipe, 14 Jan (Inforpress) – O líder do Grupo Independente Unido por São Filipe Solidário e Desenvolvido (GIUSD) disse que “há um empobrecimento progressivo” da população rural com perdas dos animais e poucas perspectivas de vida” devido a mau ano agrícola.   Eugénio Veiga considera que o ano foi “extremamente grave” do ponto de vista pluviométrico, produção agrícola, desenvolvimento da pecuária e sobrevivência das pessoas do mundo rural em toda a freguesia da Nossa Senhora da Conceição e parte sul da freguesia de São Lourenço, pelo que defende uma “intervenção rápida” para permitir o salvamento do gado e garantir a sobrevivência das pessoas. “O ambiente é grave e as pessoas estão a ter dificuldades acrescidas”, disse o ex-autarca, indicando que o programa de salvamento de gado não tem sido implementado, ou feito com “muita timidez” e apenas alguns criadores estão na zona de Monte Verde e alguns tem beneficiado das acções do plano. Face a esta realidade, classificada pelo líder de GIUSD de “dura e cruel”, o programa de salvamento de gado deve ser iniciado “o mais breve possível” contemplado os criadores de uma forma geral. “Defendo que em simultâneo deve-se criar postos de trabalho com actividades geradoras de rendimento que propicia a sobrevivência”, precisou. Numa ilha em que a “complementaridade entre a terra e o mar não existe”, cabe às autoridades implementar acções para garantir a sobrevivência das pessoas, afirma Eugénio Veiga, anotando que alguns criadores estão a desfazer-se dos animais. Segundo o ex-autarca, mesmo na parte alta da Nossa Senhora da Conceição a situação foi afectada pela erupção, através de emissão de cinzas vulcânicas que danificaram o pouco pasto que exista. JR Inforpress/Fim  
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