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Erupção Vulcânica: Actividade eruptiva continua com explosões contínuas e mais ritmada – Uni-CV

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Actualizado a 13/01/2015, 09:03 São Filipe, 13 Jan (Inforpress) – A erupção vulcânica inicia a 23 de Novembro de 2014 continua activa com registo de explosões contínuas e mais ritmadas e emissão de gases e cinzas, disse hoje a vulcanóloga da Universidade de Cabo Verde, Sónia Silva.   Esta especialista que tem estado a coordenador a equipa da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV). que está a monitorar a actividade vulcânica, anotou que os estrondos e os ruídos são “ligeiramente mais fortes” que os dos dias anteriores e “mais contínuos” comparativamente com o dia 12, em que registava-se “algum espaçamento” entre as explosões. Segundo a mesma, os gases e cinzas libertadas pelo cone eruptivo formam uma “coluna densa” que se eleva a 1500 metros de altura propagando-se para leste ou noutras direcções, consoante a direcção do vento no interior da caldeira. A temperatura das lavas, quer na base do cone como nas frentes, que estão estagnadas há vários dias, é “muito baixo”, situando-se na ordem dos 100 graus centígrados. Em relação ao dióxido de enxofre, e de acordo com a medição da última segunda-feira, situa-se por volta de 1200 toneladas/dia. A vulcanóloga Sónia Silva disse que é necessário esperar mais uma semana para ver o comportamento do vulcão e por isso “não há previsão para o término” da erupção. A equipa da Uni-CV, integrada por especialistas das Ilhas Canárias, vai percorrer o exterior da caldeira para a medição de gases e, segundo Sónia Silva, vão seguir a direcção da coluna eruptiva que se desloca para leste. A equipa vai percorrer uma média de 15 quilómetros numa viatura onde estão instalados os equipamentos necessários para fazer a medição dos gases. A erupção vulcânica iniciou-se a 23 de Novembro de 2014 e depois de 50 dias de actividades continua ainda activa. Na sequência, os dois principais povoados, Portela e Bangaeira, assim como o pequeno núcleo populacional de Ilhéu de Losna, foram destruídos pelas lavas que consumiram uma extensão área de cultivo, sobretudo de feijões, batatas, mandiocas mas também de fruteiras. JR Inforpress/Fim  
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