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Erupção Vulcânica: Reabilitação das casas construídas em 1995 deve começar nos próximos dias - responsável

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Actualizado a 05/01/2015, 20:05 São Filipe, 05 Jan (Inforpress) - A reabilitação das 110 casas construídas aquando da erupção vulcânica de 1995 e onde está alojada grande parte das famílias deslocadas de Chã das Caldeiras deve começar nos próximos dias. A garantia é de Antero de Matos, coordenador do Gabinete de Crise, criado para acompanhar e pensar medidas de contingência para fazer face à situação gerada com a erupção vulcânica iniciada no dia 23 de Novembro último, e que ainda está em curso. Antero de Matos falava aos jornalistas, na ilha do Fogo, na sequência da recepção hoje de um lote de donativo do Governo angolano, composto por materiais de construções e bens alimentares. “Recebemos hoje o cimento e outros materiais de construção que vieram de Angola e, certamente, vamos utilizar imediatamente esses materiais para dar início  à reabilitação dos alojamentos que tinham sido construídos em 1995”, avançou. Segundo adiantou, a primeira fase da reabilitação consiste na construção de cozinhas e casas de banho e no melhoramento da estrutura actualmente existente, e, numa segunda fase, vai-se trabalhar na ampliação das casas. “Temos casas apenas com dois cómodos e há famílias muito numerosas e, certamente, muitas delas necessitarão de mais cómodos e a segunda fase consistirá na construção de mais quartos para essas famílias”, explicou indicando que o objectivo é de criar as condições meninas para as pessoas viverem com maior dignidade. A segunda fase comtempla ainda a ampliação das escolas para evitar salas de aula super-lotadas. A reabilitação das 110 casas, sendo 70 em Monte Grande e 40 em Achada Furna, está orçada entre 90 a 100 mil contos, conforme cálculo efectuado pela equipa técnica do Instituto de Gestão do Ordenamento do Território, que esteve na ilha do Fogo em Dezembro de 2014. Ainda no decurso do mês, vai ser realizada uma reunião para se determinar os sítios para a construção de novos assentamentos para albergar das famílias deslocadas, segundo informações avançadas pelo coordenador do Gabinete de Crise. MJB Inforpress/fim

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