29 Junho 2022

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Erupção vulcânica afecta Réveillon dos foguenses

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A última erupção vulcânica, o mau ano agrícola e o cancelamento dos voos poderão afetar o Réveillon da ilha do Fogo. Entretanto, os comerciantes e proprietários de unidades hoteleiras e restaurantes mostram-se optimistas e realçam que as coisas ainda vão a tempo de melhorar até ao fim do ano. O asemanaonline foi ouvir alguns proprietários de restaurantes, bares e unidades hoteleiras da ilha que, afirmam, nunca enfrentaram um Natal tão "negro". Os foguenses têm o Réveillon como uma das festas mais celebradas do ano. Comparativamente ao ano passado, regista-se também uma quebra de movimento nas lojas, boutiques e mercados. Assinala-se também uma baixa em termos de ocupação nas unidades hoteleiras, devido aos cancelamentos de voos de e para São Filipe. Foram anuladas muitas reservas junto dos hotéis e pensões. “Para o final do ano esperamos um movimento melhor. Segue-se o período pós natal, espero que nos próximos dias o movimento possa intensificar-se”, frisou o gerente do Hotel Santos Pina. Este empreendimento decidiu este ano não organizar a sua festa Réveillon. O restaurante Seafood é um dos habituais realizadores da festa de fim-de-ano: "Mas este ano vamos oferecer o serviço normal, com música ao vivo. A vontade é fazer o melhor Réveillon possível”, garante João Pedro Fernandes, perspectivando uma festa com dinâmica animadora. Até então, apenas o grupo “Os Simples" está credenciado para a fazer a festa Réveillon em São Filipe. Sabe-se também que o Restaurante Tropical e o grupo Fogosabi vão organizar a festa de passagem de ano. Nos bares, restaurantes e lojas por onde passou este diário digital, esta reclamação era constante: “movimento está fraco". Nicolau Centeio
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