21 Maio 2019

Video Notícias

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8

Fogo: Assembleia-geral da Águabrava propõe mudanças de funções e substituição do administrador/delegado

  • PDF
Partilhar esta notícia

São Filipe, 05 Mar (Inforpress) – A assembleia-geral da empresa intermunicipal de águas, Águabrava, reunida esta segunda-feira na sede da empresa em São Filipe, propôs a introdução de algumas mudanças e a substituição do administrador/delegado.

O presidente da Câmara Municipal de Santa Catarina do Fogo, Alberto Nunes, que preside a assembleia-geral da Águabrava, disse que o encontro serviu para uma análise geral sobre o funcionamento da empresa municipal e análise de alguns aspectos, município por município.

De acordo com o autarca, o conselho de administração conseguiu reunir-se, mas a assembleia geral não reunia há mais de três anos, indicando que há necessidade de introdução de algumas mudanças nas funções, nomeadamente na alteração da presidência dos órgãos, que desde a constituição não foi alterada, continuando Santa Catarina a presidir a assembleia-geral, São Filipe e Mosteiros o conselho de administração e Brava o conselho de fiscalização.

No dizer de Alberto Nunes “há alguma coisa que não funciona bem dentro da empresa e algumas decisões são tomadas apenas pelo administrador”, sublinhando que depois de 14 anos com a mesma pessoa à frente da empresa torna-se necessário fazer alguma mudança e a assembleia-geral decidiu fazer a revisão de todos os órgãos, incluindo a substituição do administrador/delegado.

Desde 2005 a empresa intermunicipal de águas, Águabrava, pertencente aos quatro municípios das ilhas do Fogo e da Brava, está sendo gerida pelo engenheiro José Rodrigues, e segundo decisão tomada, ele deixará as funções proximamente.

Questionado se será Rui Évora ou Adolfo Rodrigues que serão indigitados para assumir as funções de administrador/delegado da Águabrava, de acordo com informações que circulam em São Filipe, Alberto Nunes disse que “ainda não foi inventariado nomes” limitando-se a dizer que será necessário encontrar um substituto e que só depois de ter uma pessoa e de se fazer a interação e passagem do serviço é que o actual administrador/delegado cessará as funções.

JR/FP

Inforpress/Fim

 

Leia ainda - Artigos mais recentes: