25 Março 2019

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Fogo: Associação Água para Viver contribuiu para integração social em diversas áreas na ilha – responsável

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São Filipe, 08 Jan (Inforpress) – A Associação Água para Viver, fundada em 1978 por emigrantes foguenses na Holanda, contribuiu, durante mais de 40 anos, na execução de políticas voltadas para a integração social nas áreas como educação, saúde, formação, desporto e segurança.

A afirmação é do presidente da associação, Agnelo Spínola, no acto da assinatura do protocolo de cedência do centro de formação profissional de Ponta Verde, construído e equipado, por esta organização não governamental ao Estado de Cabo Verde.

O centro de formação profissional de Ponta Verde, um investimento de mais de 50 mil contos (construção do edifício e o equipamento para várias valências formativas), foi inaugurado em Abril de 2006 e funcionou durante seis anos com apoio de algumas instituições, tendo formado dezenas de jovens nas áreas de carpintaria/marcenaria, electricidade, alumínio, canalização e informática.

Segundo Agnelo Spínola as áreas de intervenções cresceram e ultrapassaram as potencialidades da associação, anotado que a sua transferência para o Estado é uma forma de garantir a continuidade de formação aos jovens através do seu funcionamento.

Ao longo dos anos a associação desenvolveu várias acções na ilha, tendo construídos 11 cisternas comunitárias com capacidade entre 300 a 400 toneladas de água que vão ser transferidas ao governo local, 14 escolas básicas para combater o analfabetismo, duas casas sociais para crianças órfãos e de mães carenciadas, atribuição de pensão social a 18 velhos duas vezes ao ano, apoio aos doentes e pessoas carenciadas, de entre outras.

Além disso construiu centro profissional de Ponta Verde, ora cedido ao Estado, uma sala de corte/costura e bordados, a Casa das Comunidades (Campanas de Baixo), assim como o apoio concedido a vários jovens a nível dos liceus e na formação superior, profissional e médio que, segundo Agnelo Spínola estão engajados em vários sectores a contribuir para o desenvolvimento do país e a viver com dignidade.

Este disse que desde 1993 a associação vem apoiando jovens na educação e formação e neste momento 19 jovens beneficiam de apoios, sendo nove a nível do secundário e 10 nas universidades e no final deste ano lectivo três concluirão a formação universitária.

Com a cedência do centro ao Estado a associação não se vai desengajar-se, mas para este ano pretende realizar projectos com actividades de rendimento na Casa das Comunidades, como instalação de painéis solares orlados em 1.500 contos, criação de posto de vendas de artigos caseiros, estimular actividades para turismo de montanha, apoiar estudantes na formação profissional, médio e superior, continuação de apoio a 18 velhos com pensões sociais duas vezes ao ano, de entre outros.

“A Associação Água para Viver em Holanda está empenhada mais de que nunca em apoiar a educação, a formação profissional, sobretudo no centro de Ponta Verde, investir na capacitação e motivação dos jovens”, disse Agnelo Spínola.

JR/AA

Inforpress/Fim

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