23 Janeiro 2019

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Ilha do Fogo: Crianças de Piquinho ganham espaço com condições após a reabilitação de jardim infantil

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São Filipe, 18 Out (Inforpress) – As crianças do pré-escolar da localidade de Piquinho, zona periurbana da cidade de São Filipe, passam a dispor de espaço condigno a partir de segunda-feira, 22, com a inauguração das obras de reabilitação do jardim infantil.

A reabilitação desta infra-estrutura educativa, a primeira iniciativa do Grupo de Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo, foi realizada com os recursos mobilizados através do concerto beneficente realizado no final de Junho, promovido pelo grupo.

Segundo uma nota de imprensa, a reabilitação do jardim visando a melhoria das condições para as crianças da localidade do interior de São Filipe frequentar o pré-escolar já está concretizada, e o ano inaugural e entrada em funcionamento está agendado para segunda-feira, 22.

O acto contará com a presença da equipa da edilidade de São Filipe, membros do grupo e todos quanto deram contributo para a materialização do projecto.

Desde o início do ano lectivo as crianças de Piquinho, segundo Maria da Graça, um dos elementos do grupo, foram acolhidas provisoriamente na casa da monitora, enquanto decorriam as obras, e com a conclusão das mesmas as crianças serão transferidas para o jardim reabilitado.

Além dos meios arrecadados no concerto beneficente, que contou com uma “excelente participação” do público e “muitas parcerias”, a empresa Braz de Andrade, sediada na Praia, disponibilizou materiais de construção para a reabilitação da cozinha e da casa de banho, o costureiro David Sarto oferecerá as batas para as crianças e o artista foguense radicado nos Estados Unidos da América José Pereira ofereceu ao grupo um quadro para ser leiloado e os recursos mobilizados serão utilizados em prol de outras acções.

O Grupo de Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo é constituído por mulheres residentes na ilha e preocupadas com a situação económico-social e de desalento que se vive nesta parcela do território nacional.

Inicialmente constituído por sete mulheres de diferentes sectores profissionais (privado, comunicação social, direito, ONG, turismo, restauração), o grupo acredita que podem motivar outras mulheres de todos os concelhos da ilha a fazer o mesmo e que juntas podem dar um contributo válido ao desenvolvimento do Fogo, que é a ilha mais pobre de Cabo Verde, segundo um dos integrantes do grupo Maria da Graça.

JR/AA

Inforpress/Fim

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