18 Julho 2019

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Ilha do Fogo: Escola de Santa Filomena voltará a funcionar a partir do dia 03 de Outubro e com novas valências – Jorge Nogueira

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São Filipe, 28 Set (Inforpress) – A escola de Santa Filomena, o maior pólo educativo de São Filipe, voltará a funcionar a partir do dia 03 de Outubro e com novas valências, após receber obras de reabilitação e ampliação.

Em conferência de imprensa para reagir às críticas do Grupo Por Amor Incondicional por São Filipe (GPAIS) relacionadas com “algumas situações anómalas, ocorridas no início do ano lectivo, Jorge Nogueira anunciou que a escola, devidamente reabilitada e equipada, receberá os alunos na próxima quarta-feira, 03 de Outubro.

Os alunos de Santa Filomena iniciaram o ano lectivo, utilizando salas do centro cultural e do Centro de Emprego e Formação Profissional, mas a partir do dia 03 regressarão para a referida escola.

O autarca, que admitiu alguns atrasos na reabilitação das escolas Central e de Santa Filomena, financiados por duas organizações não-governamentais luxemburguesas, explicou que tal atraso ficou a dever-se à inexistência de projectos de arquitectura, estabilidade e de electricidade que foram feitos pela sua equipa, devido a alterações profundas introduzidas.

“A escola de Santa Filomena a cobertura era de telha e passou-se para betão, pensando numa eventual ampliação futura para albergar o sétimo e oitavo anos”, disse Jorge Nogueira, indicando que foi necessário pedir autorização aos financiadores, notando que a dado momento verificou-se que a rede eléctrica era obsoleta e punha em risco toda a estrutura e foi necessária uma nova alteração para introduzir nova rede de electricidade.

Além disso, indica, uma sala de informática foi introduzida, assim como novos portões, rampas para portadores de deficiência, de entre outras valências.

Quanto à escola Central, o edil sublinhou que foi necessário elaborar o projecto porque não existia, já que a sua equipa apenas encontrou um levantamento, pelo que era preciso buscar o modelo original e trabalhar todos os “pormenores, minuciosamente”, nomeadamente o piso e o tecto interno, tendo em algumas ocasiões registado falta de materiais no mercado.

“Preferimos esperar, mesmo havendo atraso, em vez de utilização de materiais diferentes que adulterariam a estrutura original da escola”, disse o edil, indicando que, apesar disso, o ano lectivo começou com toda a normalidade.

Com relação ao financiamento, Jorge Nogueira disse que câmara recebeu em 2017 o montante de pouco mais de 38 mil contos e que em finais de Fevereiro de 2018 mais 37 mil contos das duas ONG e que vai apresentar os justificativos, de modo a receber mais 12 mil contos, para completar o pagamento dos trabalhos realizados.

O autarca adiantou que os financiadores vão visitar o município e as obras em meados de Novembro próximo e para discutir a próxima fase que deverá contemplar mais cinco escolas, de entre as quais a construção da escola de Jardim/Batente e a respectiva placa desportiva, que deverá custar mais de 13 mil contos.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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