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Ilha do Fogo: Chuvas da primeira década de Setembro oscilaram entre os 16 e 314 milímetros

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São Filipe, 13 Set (Inforpress) – A soma das precipitações ocorridas na primeira década de Setembro (01 a 09) em toda a ilha oscilou entre os 16 milímetros (Ribeira do Ilhéu) e os 314 milímetros (mm) na localidade de Espia, zona alta dos Mosteiros.

Segundo dados pluviométricos do Ministério da Agricultura e Ambiente (MAA) a que a Inforpress teve acesso, nas zonas altas dos Mosteiros, nomeadamente Espia, Coxo, Pau Cortado e Monte Velha, áreas de produção de frutas e cafeeiros, registaram-se grande quantidade de chuvas, com precipitações entre os 200 e 314 mm.

Na zona sul e baixa dos Mosteiros, a precipitação foi menor, mas mesmo assim significativo, variando entre os 103 e 160 mm, enquanto a zona norte (Atalia e Ribeira do Ilhéu) registou menos precipitação, menos de 20 mm.

No município de Santa Catarina do Fogo, a queda de chuvas foi significativa, e, nos locais onde existem aparelhos de medição, os dados indicam 140 mm em Achada Furna, 126 mm na Cova Figueira e 136 mm em Baleia.

No município de São Filipe, a zona alta do norte foi onde se registou maior precipitação durante a primeira década, e nas localidades de Ilhéu de Contenda, Mira-Mira, Ribeira Filipe e Curral Grande os dados oscilaram entre 176 mm e 289 mm.

Ponta Verde com 134 mm e Galinheiro com 138 mm e Campanas com 130 mm também foram bafejadas com quantidade expressiva de chuvas.

Na zona sul de São Filipe, as localidades como Salto com 109 mm, Monte Largo com 146 m, Monte Grande com 180 e Miguel Gonçalves com 117 mm foram as que registaram maior queda de precipitação, sendo que nas outras localidades os dados apontam para valores que oscilam entre 57 e 95 mm, o que deixa os homens do campo com esperança num bom ano agrícola.

Além das chuvas de Setembro, várias localidades da ilha, sobretudo as tradicionalmente agrícolas registaram chuvas com alguma expressão na segunda quinzena de Agosto.

Nas localidades onde os agricultores iniciaram a faina agrícola mais cedo, a passagem da tempestade tropical “Helene” causou vários prejuízos nas plantações de milho e de feijões, mas também nas árvores de fruto.

As tentativas da Inforpress de auscultar a delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente na ilha do Fogo sobre eventuais prejuízos e a situação do ano agrícola não resultaram.

Nos Mosteiros, em algumas localidades os agricultores identificaram a praga de lagarta-de-cartucho-de-milho, mas não foi possível confirmar junto do MAA, assim como do processo do combate da mesma.

JR/CP

Inforpress/Fim

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