27 Junho 2022

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Gabinete de Crise equaciona realojamento das vítimas de Chã das Caldeiras

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"Cerca de 60% a 70% dos deslocados preferem morar em Achada Furna e Monte Grande, e uma percentagem muito menor preferiu outras localidades. Portanto creio que já é uma boa base de trabalho , no sentido de ouvir todas as famílias", explica.

Matos esclareceu também que as localidades referenciadas pelas famílias apresentam todas as condições para receberem as pessoas, mas "evidentemente que implica construção de mais casas e infra-estruturas para que toda essa logística favoreça o alojamento dessas famílias".

"É preciso também construir mais 100 casas juntando às 110 construídas depois da erupção vulcânica de 1995, o que deve custar 850 contos por cada habitação", esclarece.

Quanto ao modelo de gestão de funcionamento dos centros de acolhimento, Antero Matos aponta que em Mosteiros tem funcionado bem e que na medida do possível o mesmo modelo será adoptado em outras localidades.

O Gabinete de crise foi criado para dar respostas imediatas aos estragos causados pelo vulcão do Fogo e fazer o acompanhamento das vítimas desalojadas.

Hélio Robalo

Read more http://www.asemana.publ.cv/spip.php?article105791

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