21 Maio 2019

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Ilha do Fogo: Jardim infantil de Piquinho vai ser reabilitado até final de Agosto – segundo os promotores

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São Filipe, 03 Jul (Inforpress) – O jardim infantil de Piquinho, zona centro do município de São Filipe, vai ser reabilitado até final de Agosto, com recursos mobilizados através do concerto beneficente realizado no dia 30 de Junho.

A reabilitação do jardim infantil de Piquinho constitui a primeira acção do grupo de Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo, que promoveu o espetáculo beneficente a favor dessa infra-estrutura do pré-escolar.

Em nota de imprensa, o grupo de Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo disse que o concerto beneficente “superou as expectativas do grupo” que dispõe assim de meios para avançar com o projecto, devendo a reabilitação ficar concluída até final de Agosto, antes do início do próximo ano lectivo.

Segundo a nota, o concerto beneficente contou com uma “excelente” participação do público e muitas parcerias surgiram no decurso do mesmo, o que irá facilitar na reabilitação do infantário. Entre esses parceiros estão a firma Braz de Andrade, sedeada na Praia, que disponibilizou materiais de construção para a reabilitação da cozinha e da casa de banho, e o costureiro David Sarto que vai oferecer as batas para as crianças.

Por outro lado, o artista foguense radicado nos Estados Unidos da América José Pereira “Djidjé” ofereceu ao grupo um quadro para ser leiloado e os recursos mobilizados serão utilizados em prol de outras acções.

O concerto, realizado nas instalações da adega de Monte Barro, contou com a presença de Braz de Andrade, Júlio Correia, Félix Lopes, Dany Lobo, Kátia Semedo, Fausto do Rosário e de músicos locais como JP, Nélito e Arlindo.

O grupo Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo é constituído por mulheres residentes na ilha e preocupadas com a situação económico-social e de “desalento” que se vive nesta parcela do território nacional.

Inicialmente constituído por sete mulheres de diferentes sectores profissionais (privado, comunicação social, direito, ONG, turismo, restauração), o grupo acredita que pode motivar outras mulheres de todos os concelhos da ilha a fazer o mesmo e que juntas podem dar um contributo válido ao desenvolvimento do Fogo, que é a ilha mais pobre de Cabo Verde, segundo um dos integrantes do grupo Maria da Graça.

JR/ZS

Inforpress/Fim

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