16 Novembro 2018

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Ilha do Fogo: Primeiro-ministro admite possibilidade de realização de estudos de viabilidade técnica para o porto da Baia do Corvo

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São Filipe, 22 jun (Inforpress) – O primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, admitiu esta sexta-feira, na ilha do Fogo, a possibilidade de se realizar um estudo de viabilidade técnica para a construção do porto de pesca na Baia de Corvo, no concelho dos Mosteiros.

O chefe do executivo que visitou o município dos Mosteiros no quadro do programa de emergência para a mitigação da seca e do mau ano agrícola, esteve nas proximidades da Baia de Corvo onde recebeu informações técnicas avançadas pelo edil substituo, Fábio Vieira, sobre a eventual construção do porto de Baia de Corvo que, conforme referiu, “deve ser pensada e equacionada como uma alternativa ao porto de Vale dos Cavaleiros (São Filipe) numa ilha de elevado risco vulcânico”.

“Temos um compromisso assumido com as câmaras municipais, entre as quais, a dos Mosteiros para investir numa infra-estrutura de pesca e temos de fazer estudos para ver a melhor localização dessa infra-estrutura que vai ser essencialmente arrastadouro”, disse o primeiro-ministro, observando que e na Baia de Corvo vai ser necessário uma infra-estrutura de maior peso, um porto de pesca que exige investimentos mais avultados.

Conforme realçou, o compromisso assumido pelo Governo é no sentido de se disponibilizar uma verba global de 350 mil contos para cinco municípios, entre eles uma parte que caberá aos Mosteiros, mas admite que não será suficiente para a construção de porto de pesca que seguramente não caberá dentro desta verba.

No entanto, Ulisses Correia e Silva afirma que há possibilidade de se realizar estudos a esse propósito, notando que para além desse programa de infra-estruturas, o Governo está a mobilizar recursos específicos para a construção de portos de pesca, pelo que Baia de Corvo, que aparentemente tem todas as condições, poderá ser contemplada, mas requer primeiro estudos técnicos.

“Na Baia do Corvo, o mar é calmo durante todo o ano e com um forte investimento do Governo pode-se ter um porto alternativo, sobretudo numa ilha de risco vulcânico”, disse Ulisses Correia, realçando, contudo, que é importante do ponto de vista da protecção civil.

JR/FP

Inforpress/Fim

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