22 Março 2019

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Ilha do Fogo: Deslocação da lixeira depende da chegada de nova viatura apropriada para recolha de lixo – Jorge Nogueira

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São Filipe, 21 Jun (Inforpress) – A deslocação da lixeira municipal de São Filipe para fora da área urbana deve ocorrer antes do final do ano, segundo o edil Jorge Nogueira, porque funciona a escassos 300 metros do hospital regional e de uma unidade hoteleira.

“O problema do lixo está a ser muito bem resolvido e seguramente ainda este ano, vamos fazer a sua deslocação para uma zona mais distante”, precisou Jorge Nogueira.

Este que reagia a uma acusação do líder do Grupo Por Amor Incondicional a São Filipe (GPAIS), Luís Pires, disse que “inventaram uma lixeira no centro da cidade, utilizaram-na durante 10 anos, negociaram o terreno a preço camarada e, vendo o problema ser ultrapassado, jogam na dianteira fingindo-se preocupados”.

De acordo com Jorge Nogueira, a edilidade tinha uma proposta para um espaço nas proximidades do aeródromo de São Filipe, mas decidiu por uma situação duradoira, porque, explicou, as imediações do aeródromo com os projectos existentes não condiziam com a planificação, sobretudo para o desenvolvimento do turismo.

“O local agora escolhido, no caminho para o Santuário de Nossa Senhora do Socorro, é mais distante”, salientou o edil, indicando que ainda não se fez a deslocação da lixeira, porque dispõem apenas de um camião de recolha de lixo e que “não está nas melhores condições”. A edilidade aguarda a chegada, dentro de três meses, de mais um camião de lixo para poder fazer a transferência.

Nogueira indicou que de momento é uma lixeira, mas que se está a pensar num aterro que será para os três municípios, observando, entretanto, que está em estudo e que ainda não existe cenários porque depende de outros factores que não dependem apenas da edilidade de São Filipe.

Relativamente a ataques de cães vadios, o edil notou que é com “muita preocupação que tem acompanhado a situação”, e que todos sabem que a edilidade começou a actuar nesta matéria e inclusive foi “alvo” na comunicação social por estar “a praticar abate de cães vadios”.

“Era uma situação que tinha que acontecer porque estava a ultrapassar os limites”, afirmou o autarca, indicado que a edilidade deixou de ter os instrumentos para fazer a diminuição dos cães vadios, mas que o Governo vai importar medicamentos para dar os passos seguintes.

Jorge Nogueira acrescentou ainda que, neste momento, a edilidade está à espera desses medicamentos para fazer o combate, porque, sustentou, “é algo que é preocupante, que está a ultrapassar os limites do razoável e é a própria sobrevivência dos criadores que está em causa e as autoridades terão de actuar”.

O edil lembrou ainda que a câmara de São Filipe, sob a sua presidência, começou a actuar em várias localidades e que os criadores sabem disso, apesar da acusação dos defensores dos animais, salientando que a câmara dispõe de um plano, assim como de um espaço para a colocação dos animais recolhidos.

A autarquia, acrescentou, está a dar oportunidade aos donos de terem de volta os seus animais sob determinadas condições e de se responsabilizarem, nomeadamente através do registo e colocação de uma coleira para saber a quem pertencem.

JR/ZS

Inforpress/Fim

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