25 Junho 2018

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Ilha do Fogo: Centro de formação profissional de Ponta Verde poderá ser transferido para IEFP ainda este ano

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São Filipe, 13 Jun (Inforpress) – O Centro de Formação Profissional de Ponta Verde (CFPPV), construído pela Associação Água para Viver, com sede em Holanda, e que está inactivo há sete anos, poderá ser transferido para o Estado ainda no decurso deste ano.

O coordenador do Centro do Emprego e Formação Profissional da Região Fogo/Brava, José António de Pina, disse que “a conversa com o responsável do Centro de formação de Ponta Verde está bastante avançada” e que a Associação Água para Viver e o próprio Governo “estão interessados” em transferir o centro para a gestão do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

“Não há assinatura nenhum protocolo ainda, mas a ideia é que seja transferido para o Governo através do IEFP ainda este ano”, disse o coordenador do Centro de Emprego e Formação Profissional da Região Fogo/Brava, anotando que “há interesse e vontade de receber o espaço” e depois dinamizar algumas acções  descentralizadas em Ponta Verde, que é “um espaço excelente”.

Segundo o mesmo, o espaço já foi visitado pelos responsáveis do centro de emprego e do próprio conselho de administração do IEFP e é “uma mais-valia”, frisando que neste momento está-se numa “fase avançada de negociação para a sua transferência”.

O CFPPV, cuja construção e equipamento foram suportados pela Associação Água para Viver, entrou em funcionamento em 2006 e, durante cinco anos, formou algumas centenas de jovens nas áreas de carpintaria, electricidade, canalização e serralharia/alumínio, sendo que a maioria encontra-se no mercado de trabalho, mas nos últimos sete anos deixou de funcionar, apesar de estar devidamente equipado.

O centro foi encerrado pouco tempo depois de a associação ter investido cerca de 17 mil contos na sua ampliação e equipamento, mas continua de portas fechadas, sendo que o investimento nesta infra-estrutura (construção, ampliação e equipamentos para as diferentes áreas de formação) ronda os 45 mil contos.

Entre 2006 e 2011, o centro funcionou graças a parceria de instituições como o Instituto de Emprego e Formação Profissional, Comissão Regional de Parceiros, Bornefonden e Embaixada dos Estados Unidos da América, mas com a construção do Centro de Emprego e Formação Profissional Fogo/Brava, em São Filipe, o de Ponta Verde fechou por falta de financiamento, apesar de dispor de espaços e equipamentos para continuar a dar formação profissional.

JR/AA

Inforpress/Fim

 

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