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Erupção Vulcânica: Capacidade de resiliência e pulsar da vida das pessoas de Chã despertou atenção da delegação parlamentar

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Actualizado a 19/12/2014, 18:16 São filipe, 19 Dez (Inforpress) - A capacidade de resiliência das pessoas e o pulsar da vida da população de Chã das Caldeiras é um “sinal claro” que não obstante a dimensão da catastrófica da erupção é possível vencer mais este desafio, disse Basílio Ramos. O presidente da Assembleia Nacional, que chefiou uma delegação integrada pelas forças políticas com assento parlamentar, que durante dois dias visitou Chã das Caldeiras e os centros de acolhimento da população deslocada, salientou que a capacidade das pessoas de Chã de enfrentar este cenário despertou atenção da delegação. “O que mais nos tocou, por um lado, foi a devastação e os estragos feitos pelas lavas que destruíram casas, infra-estruturas económicas, campos de cultura e o estado de alma das pessoas, e por outro, a determinação das pessoas, o pulsar de vida e capacidade de resiliência das pessoas”, declarou Basílio Ramos. Nos vários encontros tidos com os deslocados, operadores económicos de Chã das caldeiras e autoridades para transmitir a solidariedade do Parlamento à população da ilha e em especial a de Chã, Basílio Ramos deixou a mensagem de que os cabo-verdianos só estão aqui graça a sua teimosia e capacidade de resistência aos desafios como fome, seca, emigração, anotando que a erupção é mais um desafio sério mas que será também vencido. A delegação parlamentar, que visitou também o armazém central, que funciona nas instalações da Casa das Bandeiras, destacou também a onda de solidariedade dos cabo-verdianos, da comunidade internacional, da população do Fogo e de Chã, indicando que este é um outro indicador de que este desafio será vencido. Enquanto órgão de validação e fiscalização da execução das políticas, Basílio Ramos deixou a garantia de apoiar a população de Chã das Caldeiras e de tudo fazer para que as pessoas consigam reorganizar a vida e continuar a influenciar e contribuir para a reconstrução da vida dessas pessoas. Enalteceu os esforços das autoridades locais pela resposta dada numa situação emergencial como a erupção vulcânica, anotando que numa situação do género haverá sempre falhas. Enquanto cidadão, Basílio Ramos disse entender que, enquanto espaço económico para agricultura, pecuária e turismo, Chã deverá continuar a ser ocupada e que esta devastação poderá ser uma oportunidade para o desenvolvimento de um determinado tipo de fonte económica importantíssima para a população da ilha, mas enquanto assento urbano permanente poderá ser “extremamente difícil”, embora as pessoas possam ter os seus funcos e guardar os seus campos de cultura e os animais. JR Inforpress/Fim
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