18 Março 2019

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Ilha do Fogo: Roçadas ganha praça por ocasião da celebração da sua santa padroeira

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São Filipe, 03 Mai (Inforpress) – A localidade de Roçadas, a sul do município de Santa Catarina do Fogo, ganha na próxima semana, por ocasião da celebração das actividades de Nossa Senhora de Fátima, sua santa padroeira, uma infra-estrutura de lazer.

A construção de uma praça, orçada em cerca de cinco mil contos, e que se enquadra no projecto de requalificação do bairro, contou com o co-financiamento do Sistema das Nações Unidas, estando para o dia 09 de Maio a sua inauguração, segundo o edil de Santa Catarina, Alberto Nunes.

O bairro de Roçadas foi construído na década de 50 do século passado para albergar os deslocados da erupção vulcânica de 1951, e posteriormente foi construído um espaço de lazer (praça) à entrada do bairro que agora é requalificado através de revestimento com pedra vista, colocação de paves, construção de quiosque e um espaço cultura, visando criar áreas alternativas, no quadro da eleição do turismo como uma das actividades principais.

Além da inauguração da praça, a edilidade, através do pelouro dos Desportos e Cultura, tem programado uma série de actividades, entre as quais, um torneio de futebol masculino e feminino, para comemoração do 13 de Maio, dia da Nossa Senhora de Fátima, padroeira da comunidade de Roçadas.

Já em relação a requalificação urbana da cidade de Cova Figueira, o edil Alberto Nunes disse que houve um atraso, mas assegura que projecto estará concluído ainda esta semana e que o mesmo deverá ser encaminhado ao Governo na próxima semana.

Para a requalificação urbana da cidade o Governo já garantiu 70 mil contos, e a sua execução vai ser faseada, sendo que a previsão para 2018 é investir cerca de 25 mil contos.

O projecto abrange desde Maria da Cruz/Domingos Lobo até Enseada Helena, incluindo o bairro de Lapinha, prevendo-se a construção de uma via alternativa à única via principal existente (continuação da estrada de acesso a Lapinha), praças, ruas, substituição de bancos e a nova rede de iluminação pública.

Como o turismo constitui um das apostas, a edilidade, refere Alberto Nunes, pretende sensibilizar as pessoas, sobretudo emigrantes, que detém casas na cidade de Cova Figueira, que não dispõe de unidade hoteleira, e que estão fechadas, no sentido de equipa-las, transforma-as em espaço para acolhimento de turistas no centro da cidade, funcionando como complemento a Chã das Caldeiras.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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