18 Julho 2019

Video Notícias

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8

Ilha do Fogo: Embaixadora da União Europeia preside lançamento de projectos financiados pela instituição

  • PDF
Partilhar esta notícia

São Filipe, 19 Mar (Inforpress) – A embaixadora da União Europeia em Cabo Verde,  Sofia Moreira de Sousa, presidiu hoje o lançamento da primeira pedra dos projectos “requalificação da piscina natural de Salinas” e “Rotas do Fogo”, financiados por aquela instituição.

Segundo a embaixadora estas iniciativas marcam o início dos projectos, indicando que os projectos visam o turismo sustentável que contribuísse para a distribuição dos dividendos do turismo à população.

Com relação a “Rotas do Fogo”, que é executado pela ONG Italiana, Sofia Moreira de Sousa disse tratar de parceiros com quem a União Europeia tem estado a trabalhar e que tem feito um bom trabalho em projectos anteriores, esperando que daqui a dois anos o mesmo esteja concluído como programado.

Em relação a requalificação de Salinas houve um atraso significativo alheio a vontade da União Europeia, mas por questões logísticas das propriedades que estavam construídos, facto que causou um pouco de falta de confiança, provocando a desconfiança da população, sublinhando que com o lançamento da primeira pedra o projecto vai arrancar para poder ficar pronto até final do ano.

O edil de São Filipe, Jorge Nogueira, por seu lado, disse que estes projectos tem várias vertentes que se relacionam com o desenvolvimento, nomeadamente a pesca e o turismo e representa algo de muito importante.

“Foi um processo demorado, está ultrapassado agora é começar as obras para poder aparecer os resultados tão esperados”, disse Jorge Nogueira, para quem com a sua conclusão o projecto vai oferecer uma oferta turística de grande valor, complementado com outras vertentes, passando a dispor de uma praia balnear com qualidades que poderão atrair, no futuro, muito mais turistas que agora, a vertente económica que é a pesca.

Jorge Nogueira reconheceu que havia um processo no tribunal, porque as pessoas que ocupavam um prédio que foi demolido, intentaram uma acção contra a câmara, mas só que edilidade não é parte por não ser proprietária dos terrenos, e que apenas houve uma ordem de demolição emitida pela entidade competente.

JR/AA

Inforpress/Fim

Leia ainda - Artigos mais recentes: