30 Junho 2022

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Erupção Vulcânica vai saindo dos Mídias mas a destruição continua

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Já não existem casas na localidade da Bagaiera, um dos povoados mais atingidos pelas lavas que jorram do vulcão. Na quarta-feira, as lavas consumiram as poucas habitações que ainda existiam. Apesar da erupção do vulcão estar a sair das páginas dos jornais, no terreno o drama continua e as lavas, pouco a pouco, seguem o seu caminho de destruição. De acordo com a equipa técnica da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) que está a monitorar a erupção vulcânica, nesta quarta-feira registaram-se duas frentes de lavas activas na Portela e em Bangaeira, mas com menor intensidade que no dia anterior. Havia duas correntes de lava, sendo que a do lado esquerdo do ex-edifício da adega/cooperativa de vinho de Chã das Caldeiras estava mais activa que a outra frente que corria em direcção da Casa de Ramiro. Com menos intensidade, mas a destruição continua e não se sabe quando vai parar. Na Portela, depois da destruição da ex-adega/cooperativa, igreja católica, as lavas já entraram na Casa Ramiro, tendo igualmente destruído a infra-estrutura turística construída no âmbito do projecto Cospe e que era gerida pela Associação de Chã das Caldeiras, assim como outras moradias.
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