21 Outubro 2018

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Ilha do Fogo: Funcionamento da lixeira nas proximidades do hospital preocupa os seus responsáveis

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São Filipe, 11 Jan (Inforpress) – O funcionamento da lixeira municipal nas proximidades do hospital regional São Francisco de Assis preocupa os responsáveis deste estabelecimento hospitalar.

Num momento em que há um aumento da população inesperada de moscas na cidade e, inclusive, no próprio hospital, questionado pela Inforpress sobre o funcionamento da lixeira a menos de 300 metros do hospital, Evandro Monteiro, director do hospital, disse que a lixeira foi e continua sendo um problema para a estrutura hospitalar e para a saúde pública de uma forma geral.

“A lixeira preocupa e há que encontrar uma solução”, afirma o director do hospital, indicando que sempre a direcção do hospital tem estado a fazer pressão para a deslocação da lixeira, mas que tal não depende do serviço que coordena.

“Compreendemos toda a conjuntura ligada a tudo isso, mas é um problema para o hospital e para saúde pública e acredito que há um processo por detrás para corrigir este problema”, disse.

Com relação ao aumento da população de moscas, o responsável indica que num primeiro momento há que fazer o tratamento dos insectos para diminuir a população que está a fustigar a cidade e no hospital é perceptível, observando que é necessário fazer a educação da população para separação do lixo, mas também as autoridades podiam fazer a desinfestação ou fumigação do local.

Quanto ao acesso ao hospital, menos de um quilómetro e que está em obras há cerca de dois meses e que tem causado embaraço ao trânsito, ao ser questionado, Evandro Monteiro anota que apesar de ser um problema externo, o problema preocupa-o, não só na qualidade do director do hospital , mas também como cidadão comum.

Este admite que estão a fazer um bom trabalho, mas o tempo é que podia ser mais rápido. Reconheceu que poderá haver outros condicionalismos por detrás, que desconhece, mas acrescentou que o trabalho está sendo bem feito e acredita que dentro uma ou duas semanas os trabalhos serão concluídos e o acesso ao hospital será efectuado com mais facilidade e comodidade.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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