24 Janeiro 2018

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São Filipe: Ulrika Richardson-Golinski preocupada com a situação de vulnerabilidade das crianças e adolescentes

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Cidade da Praia, 10 Jan (Inforpress) – A coordenadora residente do Sistema das Nações Unidas (SNU) em Cabo Verde mostrou-se hoje preocupada com a situação de vulnerabilidade das crianças e adolescentes em São Filipe, Fogo, e pediu um trabalho concertado entre as instituições.

Em declarações à Inforpress, no final de uma visita de três dias às ilhas Brava e do Fogo, e depois de um encontro com a equipa da delegação do Instituto Cabo-verdiana da Criança e do Adolescente (ICCA) da Região Fogo/Brava, Ulrika Richardson-Golinski defendeu que o trabalho conjunto é uma das formas de dar uma melhor resposta e prevenir esta situação de vulnerabilidade.

“Há bastantes crianças e adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade, ligado ao abuso de álcool e abuso de droga (…). Em São Filipe, uma atenção tem que ser dada, e “bastante urgente,” para essas crianças”, frisou a coordenadora, admitindo que a criança é vulnerável em todos os lugares do mundo e precisa de atendimento especial.

Ulrika Richardson-Golinski sublinhou, também, que houve uma “evolução positiva” em relação às denúncias sobre abuso sexual contra criança, o que demonstra que a população está atenta e reconhece que é um crime, mas admitiu que a situação “não se resolve” com uma denúncia, já que “há toda a questão de prevenir essa violência”.

Durante a sua visita à ilha do Fogo, a responsável encontrou-se, ainda, com o presidente da Câmara Municipal de São Filipe, Jorge Nogueira, com quem abordou a mitigação dos impactos da seca e do mau ano agrícola, assim como teve a oportunidade de visitar a localidade de Chã das Caldeiras.

Na Brava, a visita que aconteceu entre os dias 08 e 09 de Janeiro, Ulrika Richardson-Golinski visitou várias instituições, entre as quais a câmara municipal, as delegações do Ministério da Educação, do Ministério da Agricultura e Ambiente e do Ministério da Saúde, e a Protecção Civil local.

O balanço feito pela coordenadora residente do SNU em Cabo Verde “é positivo”, mas lembrou das dificuldades enfrentadas pela população para ter acesso à agua para todo o tipo da actividade económica e o bem-estar da pessoa, juntamente com as dificuldades com o transporte.

DR/CP

Inforpress/Fim

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