12 Dezembro 2017

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Ilha do Fogo: Rede africana para jovens e adolescentes para população socializada com jovens de Sotavento

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São Filipe, 02 Dez (Inforpress) – A rede africana para jovens e adolescentes em população e desenvolvimento “afriyan”, está sendo socializada com os jovens da ilha de Sotavento, antes da realização da assembleia constituinte da rede Afriyan – Cabo Verde.

Janice Graça, responsável da comissão instaladora da rede Afriyan em Cabo Verde e membro da rede para África Ocidental e Central, disse que o objectivo é socializar, dar a conhecer a rede aos jovens e o principal parceiro/padrinho que é o Fundo das Nações Unidas para População e promover conhecimento a cerca dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável.

Segundo a mesma, o principal objectivo é despertar curiosidade na mente dos jovens acerca dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e criar uma equipa de jovens que possa trabalhar nos ODS a nível nacional.

Antes da assembleia constituinte da rede Afriyan Cabo Verde, realizaram-se dois workshops de socialização, sendo que o primeiro para jovens de Barlavento aconteceu nos dias 17 e 18 de Novembro, na ilha do Sal, com três representantes de cada ilha, e agora no Fogo para os jovens de Sotavento, com a participação de três representantes de cada uma das ilhas.

A responsável disse que, de início, não houve candidatura de jovens de todas as ilhas que não preencheram as quotas para selecção, observando que havia muitas candidaturas dos jovens de S.Vicente e Santiago, alguns de Santo Antão, mas que há ilhas em que a participação cívica é muito incipiente e as candidaturas não eram muitas.

Neste sentido, explicou que foi necessário relançar as candidaturas para essas ilhas porque, segundo adiantou, a ideia é ter uma rede nacional e de forma descentralizada com participação de todas as ilhas.

Depois dos workshops de socialização (Sal e Fogo), realiza-se na Cidade da Praia a assembleia constituinte com participação de todos os jovens para poderem visitar a sede da representação das Nações Unidas, e participar na criação da rede Afriyan Cabo Verde.

Janice Graça afirma que há este trabalho prévio de socialização e algum trabalho de casa sobre investigação local de cada uma das ilhas, em que os jovens procuraram perceber quais são os indicadores em termos de educação, saúde, emprego, organização de voluntariados juvenil e levar as informações para integrar com as suas perspectivas e projectos.

A participação, afirmou a responsável, tem sido excelente e os jovens têm abraçado as propostas e a ideia de fazer o levantamento por ilhas com indicadores oficiais, e quer no Sal como no Fogo, os jovens foram atentos e participativos.

O workshop, com duração de dois dias , contempla conteúdo teórico ligado aos ODS, objectivo demográfico, contextualização da participação juvenil, e uma outra parte para digerir as informações e ver como eram antes e depois das informações, qual o impacto das informações e como poderão contribuir para os ODS.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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