21 Outubro 2018

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Santa Catarina do Fogo: Miranda do Corvo vai continuar a cooperar com o município em áreas como Protecção Civil, empreendedorismo e educação

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São Filipe, 23 Nov (Inforpress) – O município português de Miranda do Corvo, geminado há oito anos com Santa Catarina do Fogo, vai continuar o processo de cooperação nos sectores como a Protecção Civil, empreendedorismo e educação.

A garantia foi dada pelo autarca daquele município, Miguel Baptista, que participa nas festividades do Dia do Município de Santa Catarina do Fogo, encabeçando uma delegação que integra ainda o presidente da Assembleia municipal e dois presidentes de juntas de freguesia.

Miguel Baptista afirmou que o processo de geminação entre os dois municípios já se desenvolve há cerca de oito anos e abrangem algumas vertentes.

Lembrou que aquando da erupção vulcânica, o município português apoiou no envio de bens de primeira necessidade, mas que na área de Protecção Civil ocorreu uma formação em Miranda do Corvo (Portugal) de alguns colaboradores do município de Santa Catarina.

“Entendo que pode-se fazer muito mais, não só nas áreas feridas”, disse Miguel Baptista, indicando que numa conversa com o presidente da edilidade de Santa Catarina, ficou assente a necessidade de reforçar esta cooperação.

O autarca luso afirmou que Miranda do Corvo poderá acolher colaboradores do município de Santa Catarina, nomeadamente da Câmara e de outras entidades para formação e depois multiplicar os conhecimentos.

Miguel Baptista, que ficou maravilhado com encontro sobre o empreendedorismo, promovido pela edilidade em que participou alguns empresários e jovens do 12º ano, disse que esta área do investimento/empreendedorismo na ilha do Fogo e em Canta Catarina, em particular, por ser um município jovem, é importante que seja reforçada ainda mais.

Apontou que é um outro sector onde os dois municípios podem cooperar no futuro, admitindo, no domínio de educação, a possibilidade de estreitar as relações já existentes e tentar apoiar, a nível de investimentos e dentro das possibilidades orçamentais, em algumas intervenções a serem realizadas.

Quanto à protecção civil, apesar das realidades serem diferentes, o visitante português disse que a cooperação pode ser continuada e, inclusive, que existe a possibilidade de alguns veículos ligados ao sector que não têm condições em termos legais para funcionar, mas que estão em óptimos estados, poderem ser oferecidos à Santa Catarina.

“O que mais importa”, salientou, “é a valorização integrada de todos os recursos e este trabalho está sendo feito”, pois, segundo adiantou, de há dois anos para cá, “nota-se que foram dados passos muito importantes no desenvolvimento e valorização do território de Santa Catarina”.

JR /JMV

Inforpress/fim

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