24 Novembro 2017

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Mosteiros precisa de pelo menos 46 mil contos para mitigar efeitos do mau ano agrícola

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A Câmara Municipal dos Mosteiros reuniu-se, esta semana, com dirigentes de associações comunitárias, agricultores e criadores de gado para identificar as necessidades do sector e as acções a implementar e definir as prioridades de intervenção no quadro de um Plano de Emergência para mitigar os impactos negativos do mau ano agrícola. Ao todo, a edilidade mosteirense vai precisar de, pelo menos, 46 mil contos, para materializar este Plano de Emergência com sucesso.

De entre as principais preocupações levantadas pelos participantes do encontro de segunda-feira, estão a escassez de água e de pasto o que, para um município essencialmente agrícola como Mosteiros, tem impactos extremamente negativos na vida das famílias e na economia do concelho.

Os participantes fizeram várias propostas que podem contribuir para atenuar os impactos negativos do mau ano agrícola.

O reforço do investimento na agricultura de regadio, a reabilitação dos reservatórios construídos nas zonas altas no quadro do programa do MCA - CV, a formação de agricultores, o acesso a medicamento para animais, o apoio aos pescadores e o apoio às famílias pobres na ligação domiciliária de água foram algumas das principais propostas que a Câmara Municipal já fez constar no Plano de Emergência.

Ao todo, a edilidade mosteirense vai precisar de, pelo menos, 46 mil contos, para materializar este Plano de Emergência com sucesso.

Este montante ascende em mais de 30 mil contos o valor inscrito no Plano de Emergência do poder central, que, para Mosteiros, prevê apenas 15 mil contos.

Em entrevista à rádio nacional, o vereador do Planeamento afirmou, à saída do encontro com dirigentes associativos, que este montante de 46 mil contos é “indicativo” e que destina-se a garantir a minimização dos efeitos do mau ano agrícola”, deixando claro que a Câmara Municipal está ciente de que o valor “não será suficiente para resolver todas as situações”.

A autarquia espera que as verbas sejam desbloqueadas o quanto antes para evitar que a situação das famílias mais vulneráveis e directamente afectadas pelo mau ano agrícola piore.

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