17 Julho 2019

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Ilha do Fogo: GPAIS reclama do péssimo estado da estrada de acesso ao hospital regional

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São Filipe, 20 Out (Inforpress) – O Grupo Por Amor Incondicional a São Filipe (GPAIS) reclama do péssimo estado da estrada de acesso ao hospital regional São Francisco de Assis, exigindo uma intervenção para a sua asfaltagem.

O líder do GPAIS e vereador sem pasta na Câmara Municipal de São Filipe, Luís Pires, disse que os doentes, profissionais de saúde, taxistas e demais utilizadores desse troço de estrada fartaram-se de reclamar do péssimo estado do piso da referida estrada, perante as “orelhas moucas” das autoridades.

“Como a política do “tchapa-tchapa” não resultou, esperamos, ansiosamente, por intervenções de maior fôlego, já agora, até à praia de Nossa Senhora de Encarnação”, afirma Luís Pires, que questiona para que servem os impostos dos taxistas e de outros contribuintes, acrescidos das “novas e chorudas” taxas transferidas para a Câmara Municipal.

O ex-edil sublinhou que, aquando da inauguração do hospital regional São Francisco de Assis, uma das grandes obras da última legislatura, em Janeiro de 2016, tinha solicitado, na qualidade de edil de São Filipe, ao então governo um esforço bem menor que seria asfaltar os cerca de 500 metros, entre a escola secundaria Dr. Teixeira de Sousa e Cutelo de Açúcar, onde está localizado o estabelecimento hospitalar, compromisso, segundo o mesmo, assumido pela então ministra do Estado e da Saúde e que só não foi honrado, por causa das eleições.

Luís Pires lembra ainda que quatro meses depois, numa visita ao local, voltou a pedir ao novo governo, na pessoa da actual ministra das Infra-estruturas, a sua reabilitação, observando que ela se comprometeu, não só com a estrada do hospital, como também com o asfalto da estrada do porto, passando pela rotunda de Xaguate, até à rampa que sobe ao aeródromo de São Filipe, ao lado da Esquadra da Polícia.

Passado quase dois anos, refere o líder do GPAIS ainda nada se concretizou e de compromissos maiores como o anel rodoviário, já ninguém quer falar, ironizando se “será agora que defendem a meia-lua”.

Para o responsável, todas as intervenções complementares devem continuar e novas obras têm que ser projectadas para a ilha do Fogo que, segundo o mesmo, “não pode parar e as vozes não podem calar.

Todas as pessoas que circulam na estrada de acesso ao hospital reclamam do seu mau estado e os taxistas, utilizando a expressão de um deles, “conduzem com mapas para evitar cair nos números buracos”.

De tanto reclamar sem alternativas à vista, os taxistas, que são as pessoas que mais utilizam esta estrada, já não sabem o que fazer para ver reabilitada a via e alguns sugerem que na impossibilidade de asfaltado para deixar a estrada em terra batida, acrescentou.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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