28 Junho 2022

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Embaixador da União Europeia em Cabo Verde visita Ilha do Fogo

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O chefe da delegação da União Europeia em Cabo Verde, José Manuel Pinto Teixeira, efectua uma visita à ilha do Fogo a partir de hoje, 13, para avaliar in loco a situação e demonstrar solidariedade para com a população afectada e, especialmente, com os evacuados de Portela e Bangaeira, em Chã das Caldeiras. Teixeira vai reunir com as autoridades governamentais e locais e os representantes da Protecção Civil e visitar as pessoas alojadas nos centros de evacuação. Também vai encontrar-se com os dois especialistas da UE destacados pela Direcção Geral de Ajuda Humanitária e Protecção Civil da Comissão Europeia para apoiar a equipa das Nações Unidas de Avaliação e Coordenação em Casos de Desastre (UNDAC). A visita realiza-se no quadro de um apelo lançado pelo Primeiro-ministro a 28 de Novembro para a UE e as Nações Unidas coordenarem a assistência internacional. Refira-se que a UE activou o mecanismo ERCC (Centro de Coordenação das Respostas de Emergência) logo após o início das erupções. Este prevê a concessão de reembolsos das despesas incorridas pelos Estados-membros para responder à situação de crise da ilha do Fogo. No quadro deste mecanismo, Portugal destacou uma fragata que chegou à Praia no dia 3 de Dezembro, e ao Fogo no dia 4. A fragata transportava um helicóptero, tropas para apoiar na distribuição da ajuda, suporte logístico, bem como material de apoio humanitário diverso (máscaras, camas de campo, latrinas portáteis, cobertores e equipamentos de comunicação). Duas ambulâncias foram também entregues na Ilha do Fogo para reforçar as capacidades de transporte local. O Sistema de Gestão de Emergência Satélite Copernicus da União Europeia foi igualmente accionado para o fornecimento regular de imagens mostrando o fluxo da lava, para que a DG ECHO, os Estados Membros e as Nações Unidas possam fazer um acompanhamento e avaliação rigorosos e em tempo útil da situação. O Embaixador da União Europeia vai aproveitar a ocasião da visita para observar se a assistência da UE está a ser feita da melhor maneira possível no sentido de apoiar a população afectada a curto-prazo, e também para se informar dos planos de reconstrução a médio e longo prazo depois de passada esta fase de emergência.
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