21 Julho 2019

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Fogo: Estragos provocados pelas chuvas em parcelas agrícolas e nos acessos ascendem os cinco mil contos

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São Filipe, 23 Set (Inforpress) – Os estragos provocados pelas chuvas de 09 de Setembro em parcelas agrícolas e nos acessos às propriedades no Fogo rondam os 5.500 contos, disse o delegado do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR) , Elisangelo Moniz. A avaliação dos estragos originadas pelas chuvas, efectuada por uma equipa técnica do MDR, já se encontra concluída e enviada à tutela, disse o delegado, indicando que os danos maiores foram registados nas zonas altas dos Mosteiros, incluindo o perímetro florestal de Monte Velha, onde uma cisterna de captação de água das chuvas ficou também destruída. O delegado do MDR afirmou que a equipa de avaliação passou pela parcela agrícola da zona de Coroa, norte do município de São Filipe, propriedade de Joaquina Fonseca que se mostra desesperada com a destruição do seu terreno pela força das águas que desaguam da estrada após a sua asfaltagem, mas sem indicar o valor dos prejuízos, já que todos os danos estão num único pacote. Na terça-feira a, delegação do Ministério do Desenvolvimento Rural celebrou um contrato-programa com a Associação de Desenvolvimento Comunitário de Cutelo Alto, nos Mosteiros, para a reconstrução do murro de protecção que cedeu durante as chuvas, tendo as águas inundadas um conjunto de habitações. Ainda na terça-feira, a delegação do MDR procedeu à distribuição de quatro mil plantas de fruteiras, na sua maioria cafeeiros, a nove associações, para o início da reposição da área consumida pelo incêndio de 02 de Maio que destrui u três quartos do perímetro florestal de Monte Velha e propriedade de café nas zonas altas dos Mosteiros. A ideia era distribuir 18 mil plantas, mas o delegado do MDR disse que a delegação, por precaução, não aceitou a oferta de algumas plantas de cafeeiros disponibilizadas pela delegação de Santa Catarina de Santiago por se tratar de espécies diferentes, acrescentando que o estudo sobre fileira de café realizado pela FAO recomenda a manutenção da espécie cultivada na ilha do Fogo. Na ilha do Fogo, explicou, a espécie predominante é de café “arábica” e as plantas disponibilizadas pela delegação de Santa Catarina eram da espécie “robusta” , dai a razão da redução do número de plantas de café. JR/JMV Inforpress/Fim
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