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Erupção Vulcânica: Obras da construção da adega provisória ainda não arrancaram

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Actualizado a 10/06/2015, 10:14 São Filipe, 10 Jun (Inforpress) – Um mês após assinatura do contrato entre o Gabinete de Reconstrução do Fogo, o Ministério do Desenvolvimento Rural e a Associação de Chã das Caldeiras, as obras da construção da adega provisória ainda não saiu do papel. O prazo definido no contrato para a execução da obra era de três meses para que os produtores de Chã das Caldeiras pudessem dispor de espaço para a campanha de vinificação que se inicia dentro de mês e meio. O topógrafo do Gabinete de Desenvolvimento Regional (GDR) confirmou à Inforpress ter-se deslocado, segunda-feira, ao local onde será edificada a adega provisória juntamente com técnicos de uma das empresas de construção civil que dispõe de equipamentos na ilha para se inteirar das condições existentes. O objectivo, como explicou, é apresentar uma proposta financeira ao Gabinete de Reconstrução do Fogo (GRF) para a execução dos trabalhos de terraplanagem para a montagem do pavilhão de estrutura metálica tecnicamente isolada para a produção de vinho. Informou que os técnicos da empresa prometeram apresentar, ainda esta semana, a proposta financeira ao GRF para a construção dessa infra-estrutura, que deverá ocupar uma área de 300 metros quadrados e custar 30 mil contos, só para a construção e aquisição de equipamentos, sem contar com o custo do terreno que foi disponibilizado pelos responsáveis da adega/cooperativa “Chã”. Com este atraso, os produtores de vinho não acreditam que a infra-estrutura venha a estar pronta para o início da campanha de vinificação e alguns estão a equacionar alternativas para a produção de vinho de 2015, depois de terem registado uma perda de mais de 100 mil litros de vinho, devido à destruição da adega na sequência da erupção vulcânica. JR Inforpress/Fim

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