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Erupção Vulcânica: Protecção Civil proíbe escalada ao pico da erupção de 2014 e permanência num raio de 500 metros

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Actualizado a 27/05/2015, 08:15 São Filipe, 27 Mai (Inforpress) – O Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB) emitiu, terça-feira, uma ordem de proibição de escalada ao pico da erupção vulcânica de 2014 e a permanência num raio de 500 metros da base do pico principal. A proibição surgiu na sequência da recomendação feita pelo Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica (INMG) e do Laboratório da Engenharia Civil (LEC) devido a riscos de segurança para as pessoas com eventual desmoronamento de rocha. A ordem de proibição, que foi encaminhada às câmaras municipais e à coordenação do Parque Natural do Fogo para a sua divulgação junto dos operadores turísticos, surgiu na sequência de uma fissura registada na base do pico com mais de metro de largura e que tem aumentado de volume e que no dizer de alguns técnicos poderá ter sido originado pelo assentamento do terreno. A proibição que contempla um raio de 500 metros da base do pico principal atinge quase a totalidade da Caldeira, o que para algumas pessoas constitui uma forma de limitar a entrada e permanência em Chã das Caldeiras. Diariamente, dezenas de pessoas, sobretudo turistas, deslocam-se a Chã das Caldeiras, mas com esta proibição as agências de viagens e turismo poderão sentir uma quebra no número de visitantes. Na terça-feira, um grupo de 40 alunos de Canadá e de Alemanha visitou Chã das Caldeiras, além de vários outros grupos organizados. O grupo de alunos, que se encontra em Cabo Verde no quadro de relações com o Instituto Nacional de Desenvolvimento das Pescas (INDP), vai ser recebido esta quarta-feira pelo coordenador do Parque Natural do Fogo (PNF), Alexandre Rodrigues, para os informar sobre o parque e sobre a última erupção e os seus efeitos. JR Inforpress/Fim
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