17 Julho 2019

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Delegação de Leiria visita ilha do Fogo para avaliar novas formas de cooperação

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"Vamos visitar os municípios desta ilha e ter um conjunto de reuniões com outras entidades para estudarmos outras formas de cooperação", afirmou Raul Castro, também presidente do município de Leiria, que celebrou um acordo de cooperação e amizade em 1994 com São Filipe, um dos três concelhos da ilha do Fogo. Raul Castro admitiu que entre essas formas de cooperação possa estar a educação, mas não descartou outras áreas."Vamos ver o que podemos fazer face às necessidades da ilha", referiu o autarca. Em Cabo Verde, a comitiva da região de Leiria tem previstos encontros com a ministra da Juventude, Emprego e Desenvolvimento dos Recursos Humanos, a Associação Nacional de Municípios daquele país, representantes de autarquias locais e com entidades de desenvolvimento local. A CIMRL adianta que promoveu pelos municípios - além de Leiria, Alvaiázere, Ansião, Batalha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Marinha Grande, Pedrógão Grande, Pombal e Porto de Mós -"uma iniciativa de recolha de vestuário, calçado, bens alimentares e material escolar destinado à população da ilha do Fogo". Também a Associação de Desenvolvimento da Alta Estremadura e outras entidades privadas da região conseguiram angariar cerca de um tonelada de vestuário, a que se juntaram três contentores com materiais de construção, nomeadamente cimento, telha de cerâmica e telha metálica, adianta a mesma nota, assinalando que os bens já seguiram para aquele país, sendo o seu transporte apoiado pela Embaixada de Cabo Verde. "O Centro de Informação EUROPE DIRECT da Alta Estremadura também apoiou na organização da recolha do material e na sensibilização da atividade da União Europeia para o desenvolvimento, cooperação e ajuda humanitária", informa a CIMRL, observando que 2015 é o Ano Europeu para o Desenvolvimento. Recorda-se que o vulcão do Fogo acordou de um sono de 19 anos a 23 de Novembro do ano passado e, durante os 78 dias em que esteve ativo, destruiu as duas povoações de Chã das Caldeiras, o planalto que serve de base aos diferentes cones vulcânicos, obrigando ao realojamento dos cerca de 1.500 habitantes. A lava destruiu também uma vasta área agrícola e de pasto, bem como infraestruturas económicas, sociais e turísticas locais, prejuízos estimados pelo Governo em cerca de 45 milhões de euros. C/ Porto Canal
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