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Fogo: Jovens vandalizaram esta madrugada à pedrada a sede local da Cruz Vermelha

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Actualizado a 15/05/2015, 17:42 São Filipe, 15 Mai (Inforpress) – Três jovens, um dos quais originário de Chã das Caldeiras vandalizaram esta madrugada a sede da Cruz Vermelha de Cabo Verde, na cidade de São Filipe, porque o guarda e a funcionária recusaram-lhes a entrega de géneros alimentícios a essa hora da noite.   Zenaida Pereira, funcionária da Cruz Vermelha disse que por volta das 02:00 horas de madrugada desta sexta-feira, o jovem, identificado como “Carlos de Chã das Caldeiras” acompanhado de outros dois jovens, sendo um da cidade de São Filipe e outro não identificado, deslocaram-se à sua residência exigindo de forma violenta que lhes fosse entregue bolachas, alegando que “as coisas que lá estavam são deles, de Chã das Caldeiras”. De acordo com esta funcionária, teve de explicar aos referidos jovens que a hora era imprópria e que podiam passar depois na hora do expediente para levantar a cesta básica. Posto isso e insatisfeitos com a explicação e depois de uma nova abordagem ao guarda noturno, os jovens resolveram apedrejar a sede da Cruz Vermelha, situada no bairro de Santa Filomena, partindo a telha, tendo atingido uma mesa de vidro onde estava o computador, que ficou danificado. A Polícia Nacional conseguiu deter um dos jovens que foi conduzido hoje ao Tribunal para ser ouvido no primeiro interrogatório, encontrando-se os outros ainda em fuga. O jovem em apreço assumiu a responsabilidade dos actos perante o Tribunal, tendo ficado em liberdade sob termo de identidade e residência (TIR) com proibição de circular nas proximidades da sede local da Cruz Vermelha. Deve apresentar-se ainda periodicamente às autoridades e está proibido de sair da ilha do Fogo até a conclusão do processo. Este é o segundo caso relacionado com actos de vandalismo aos locais de depósito de produtos alimentícios de apoio aos deslocados de Chã que vai parar ao Tribunal, envolvendo a Cruz Vermelha. Na semana passada um indivíduo que residia em Chã das Caldeiras na altura da erupção, e que acusara a Cruz Vermelha de “ficar com os produtos para uso dos seus voluntários”, foi submetido ao julgamento por injúria, devendo a sentença ser conhecida na terça-feira, 19 de Maio.   JR Inforpress/Fim    
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