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Erupção Vulcânica: Cruz Vermelha contabilizou 20 mil contos para desalojados

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Actualizado a 08/05/2015, 10:53 Cidade da Praia, 08 Mai (Inforpress) - O presidente da Cruz Vermelha de Cabo Verde (CVCV) revelou hoje, na Cidade da Praia, que a instituição contabilizou, até ao momento, 20 mil contos para ajudar os desalojados de Chã das Caldeiras, na ilha do Fogo. Mário Moreira, que falava à Inforpress, no âmbito do Dia Mundial da Cruz Vermelha, que se celebra a 08 de Maio, adiantou que a Cruz Vermelha tem na sua conta 20 mil contos, para as prioridades das vítimas da erupção vulcânica da ilha do Fogo. Em relação aos donativos e apoios, este responsável fez saber que houve uma certa desaceleração, mas realçou que a “chama de solidariedade” da CVCV vai continuar acesa até que a situação da população de Chã das Caldeiras se normalize. Considera que a Cruz Vermelha teve uma intervenção “muito positiva” face a calamidade que afectou a ilha do Fogo, mas sublinhou que é preciso “apostar fortemente” na formação de primeiros socorros, a nível de salvamento de montanha e marítimo, de forma que a actuação seja “mais eficiente e eficaz”, evitando danos materiais e perdas humanas. Mário Moreira reconhece que durante a actuação da Cruz Vermelha houve “algumas falhas” devido a fraca experiência do país, e sublinhou que é preciso levar em conta esse aspecto e criar condições para que nas próximas situações as intervenções possam ser melhores. Avançou que, nos próximos tempos, a instituição vai privilegiar e dedicar a reestruturação do departamento de preparação e intervenção em casos de catástrofes e calamidades naturais, tendo em conta que as mudanças climáticas são fenómenos reais e têm vindo a criar problemas com consequências humanas. O presidente da CVCV fez saber que os donativos estão a ser geridos por uma equipa composta por representantes da Câmara Municipal do Fogo, da Protecção Civil e um delegado da Cruz Vermelha, e conta com a “participação activa” das pessoas afectadas pela erupção vulcânica. Considera que o envolvimento dos deslocados de Chã das Caldeiras vai garantir uma maior transparência e evitar situações duvidosas, já que a gestão desses bens está a ser feita “de forma aberta e participativa”. Lembrou que a CVCV esteve, desde a primeira hora, a trabalhar na mobilização e transferência das pessoas, na gestão dos centros de acolhimento, na distribuição de alimentos e bens de primeira necessidade, no apoio psicológico e também na gestão quotidiana das famílias que estão em casas alugadas. Para este responsável, o essencial é garantir que essas pessoas fiquem bem e prometeu que a Cruz Vermelha vai continuar a fazer o seu trabalho até a normalização da situação. AV Inforpress/Fim
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