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Erupção Vulcânica: Conta criada para receber donativos a favor das famílias de Chã arrecadou mais de 14 mil contos

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Actualizado a 08/05/2015, 12:41 São Filipe, 08 Mai (Inforpress) – A conta bancária criada na sequência da erupção vulcânica para mobilizar donativos financeiros para apoiar as famílias deslocadas de Chã das Caldeiras arrecadou, até 30 de Abril, um total de 14.292 contos. A conta criada pelas câmaras municipais é gerida pelo Gabinete de Desenvolvimento Regional (GDR) da Associação dos municípios do Fogo e da Brava e segundo o coordenador do GDR, Alindo Brandão, até este momento foram liquidadas facturas no valor de 8.755 contos e que ainda existem algumas facturas pendentes por pagar. O projecto de adopção de água ao centro de acolhimento de Monte Grande, onde está um número maior das famílias de Chã das Caldeiras, consumiu 26 por cento (%) do fundo mobilizado e a reabilitação de algumas casas construídas em 1995 em Monte Grande e Achada Furna, nomeadamente colocação de portas e janelas, consumiu 34%. Alindo Brandão disse que não é gratificante para as pessoas que trabalharam e deram a sua contribuição gratuita pela causa de Chã das Caldeiras, notando que nem recompensa moral receberam, apontando o caso do topógrafo do Gabinete de Desenvolvimento Regional (GDR) que efectuou de forma gratuita uma série de trabalhos de levantamento topógrafo sem nunca ter recebido qualquer recompensa moral. O edil de Santa Catarina do Fogo, João Aqueleu Barbosa Amado, mostra-se preocupado com a proliferação de construções em Chã das Caldeiras de forma desorganizada e não disciplinada, sublinhando que o seu município não está em condições de impedir as construções. Segundo o autarca, no final da erupção, a edilidade de Santa Catarina tinha proposto ao presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), Arlindo Lima, a manutenção de um contingente militar na ilha para disciplinar a entrada em Chã das Caldeiras, pedido que foi entretanto recusado. João Aqueleu Barbosa Amado atribui agora responsabilidade pelas construções ao SNPCB e ao próprio governo e não à edilidade. Afirmou que está à espera da realização da primeira reunião do Gabinete de Reconstrução do Fogo (GRF), inicialmente programada para esta semana, para expor essas e outras preocupações relativas ao futuro de Chã das Caldeiras. JR Inforpress/Fim  
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