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CCISS realiza estudo sobre oportunidades de negócios de cada uma das ilhas de Sotavento

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Actualizado a 29/04/2015, 19:28 São Filipe, 30 Abr (Inforpress) - O presidente da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Sotavento (CCISS) disse, quarta-feira, na ilha do Fogo, que a instituição vai elaborar o estudo sobre as oportunidades de negócios em cada uma das ilhas de Sotavento. Ao apresentar o estudo sobre as oportunidades de negócios na ilha do Fogo aos emigrantes e empresários, residentes e da diáspora, Jorge Spencer Lima disse que neste momento está-se a elaborar os termos de referência para a realização do estudo da ilha de Santiago ao que se segue as do Maio e Brava. Segundo Spencer Lima, o estudo que não contempla todas as áreas de forma especifica, visa ter em mãos um instrumento de gestão, mas é necessário informar os operadores e os  potenciais investidores sobre a realidade das ilhas, suas potencialidades e o que fazer, porque, conforme explicou, “muitas vezes as pessoas querem investir, mas não têm ideia em que áreas e os valores necessários”. Para o mesmo, este estudo da ilha do Fogo mais não é do que uma ajuda com o grosso daquilo que a ilha tem, e os projectos que precisam ser desenvolvidos e quantificados. O estudo está compilado por áreas de investimentos e conforme o documento apresentado e distribuído aos presentes, dentro da área de agro-negócio estão alistadas os sectores em que a ilha dispõe de maiores potencialidades, nomeadamente agricultura, pecuária e indústria de transformação, seguido de turismo com economia criativa e ecoturismo, e outras oportunidades de negócios. O presidente da CCISS chamou atenção dos investidores para a necessidade de se organizarem porque em termos de exportação existem várias oportunidades que no entanto não têm sido aproveitadas pelos empresários. É nesta base que a CCISS criou um departamento para exportação no sentido de disponibilizar todas as informações relativas ao processo de exportação e os incentivos existentes neste momento. A nível da ilha do Fogo destacou as potencialidades nas áreas de agro-negócio (agricultura, pecuária e indústria de transformação), turismo (economia criativa e ecoturismo) e outras oportunidades de negócios, anotando que o “vulcão não pode ser vista apenas como algo de desgraça, mas que pode ser aproveitada para gerar recursos”. JR Inforpress/Fim    
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