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Fogo: Estado deve criar as condições básicas para aproveitamento das potencialidades da ilha- Carlos Fernandinho

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Actualizado a 29/04/2015, 17:40 São Filipe, 29 Abr (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal dos Mosteiros, Carlos Fernandinho Teixeira defendeu quarta-feira que o Estado deve criar as infraestruturas básicas para aproveitamento das potencialidades da ilha e desenvolve-la.   O edil dos Mosteiros que participou conjuntamente com os seus homólogos de São Filipe e de Santa Catarina no encontro promovido pela Câmara de Comércio, Indústria e Serviço de Sotavento (CCISS), para apresentação do estudo sobre oportunidades de negócios na ilha do Fogo, disse que existe capacidade empreendedora na ilha, mas falta condições básicas para atrair mais investimentos. “É fundamental o Estado pensar no desenvolvimento da ilha que em tempos chegou a ser a segunda de Cabo Verde em termos económicos”, disse o edil dos Mosteiros anotando que é necessário ter portos, estradas, aeroportos e outras infraestruturas com as condições para tal. Para Carlos Fernandinho “a política nacional de turismo na ilha do Fogo foi sempre esquecida”, opinião que é compartilhada pelo edil de São Filipe, Luís Pires, para quem as ditas direcções gerais do turismo dos sucessivos governos nunca foram gerais já que a ilha do Fogo foi sempre esquecida. Hoje, disse Luís Pires, a ilha do Fogo está unida e com uma visão clara do futuro que lhe reserva, indicando que os três municípios estão a trabalhar em conjunto para promover o desenvolvimento da ilha aproveitando as muitas potencialidades que ainda continuam praticamente “virgens”. No encontro que contou com intervenção de várias pessoas, a ministra do Desenvolvimento Rural, Eva Ortet considerou, por seu turno, que é fundamental construir estradas de penetração porque, conforme disse, a maioria das zonas com maior potencial continuam ainda encravadas, devendo-se apostar também no sistema de transporte para escoamento dos produtos para outros mercados, sobretudo os turísticos como Sal e Boa Vista. Durante a apresentação de estudos alguns investidores, estrangeiros e da comunidade emigrada nos Estados Unidos apresentaram ideias de projectos na área de ecoturismo e cosméticos que serão implementadas a partir de 2016. Os empresários residentes na ilha colocaram um conjunto de constrangimentos que as autoridades prometem resolver de forma conjunta. JR     Inforpress/Fim
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