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São Filipe: Presidente do STIF quer maior aproximação dos trabalhadores com a direcção

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Actualizado a 19/04/2015, 07:37 São Filipe, 19 Abr (Inforpress) – A direcção central do sindicato das instituições financeiras (STIF) pretende uma maior aproximação desta organização sindical com os trabalhadores do sector financeiro, sobretudo das instituições sedeadas na ilha do Fogo. Este é um dos objectivos que ditou a visita de dois dias do presidente da direcção central do STIF, Aníbal Borges, e do presidente da direcção regional sul, Manuel Varela, que tem a responsabilidade de coordenação nas ilhas de Santiago, Maio, Brava e Fogo. A direcção do sindicato reuniu-se sábado com os trabalhadores do sector financeiro e das seguradoras para promover esta aproximação e para transmitir um conjunto de informações relacionadas com as actividades do sindicato e as perspectivas para 2015, segundo Aníbal Borges. Os trabalhadores de todos os bancos e das seguradoras presentes na ilha foram informados das realizações implementadas pelo sindicato como sejam as últimas eleições ocorridas em Novembro do ano passado, a construção da sede do sindicato e um conjunto de projectos ligados a formação profissional para os trabalhadores agendado para 2015 e ao longo do mandato da actual direcção. Aníbal Borges disse que a visita e o encontro com os trabalhadores serviram para negociar com os mesmos a melhor forma de contactar a administração da direcção das empresas para o aumento salarial para 2015, notando que como se está numa conjuntura de crise e com alguma perturbação o sindicado quis ouvir os trabalhadores sobre qual a melhor estratégia para negociar o aumento salarial. Outra questão discutida com os trabalhadores foi a alteração do código laboral, já que no conselho de concertação social as centrais sindicais acordaram com o Governo um conjunto de propostas e por isso aproveitou para analisar com os trabalhadores estas propostas, sobretudo aquelas que prejudicam os trabalhadores, como as indeminizações por despedimento colectivo, sem justa causa e ainda o agravamento das sanções disciplinares, propostas acordadas e negociadas e com as quais o sindicato não concorda. Apesar de reconhecer que existem poucas estruturas financeiras na ilha e consequentemente poucos trabalhadores, Aníbal Borges disse que o sindicato que preside não actua por causa dos números, indicando que alguns dos trabalhadores destas instituições são associados do sindicato e outros não e que uma das finalidades da visita é também mobilizar esses trabalhadores para a organização sindical. Apesar dessa situação, disse, o sindicato não deixa de dar uma atenção particular à ilha do Fogo porque faz parte e é importante para a organização sindical. JRInforpress/Fim
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