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São Filipe: Sustentabilidade financeira e valorização social da formação profissional são os principais desafios - IEFP

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Actualizado a 17/04/2015, 17:41 São Filipe, 17 Abr (Enforres) – A sustentabilidade financeira e a valorização social da formação profissional, sem desprimor pela formação superior, são os dois grandes desafios do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).   Estas considerações foram feitas hoje pelo presidente do conselho de administração do IEFP, Vargas Melo na abertura da feira de profissões promovida pelo Centro de Emprego e Formação Profissional do Fogo (CEFPF) com o objectivo de propiciar um conhecimento geral às pessoas sobre os cursos ministrados e para apresentar as novidades relacionadas às demais áreas. Segundo Vargas Melo, o Estado sozinho não pode arcar com o investimento na área de formação profissional anotando que é necessário a envolvência das famílias e das empresas a participarem na construção do “edifício” de formação profissional de modo a responder os desafios do desenvolvimento de Cabo Verde. Para Vargas Melo assiste-se a uma massificação da formação profissional que segundo o mesmo tem tido sucesso, indicando que cerca de 70 por cento (%) dos formandos que saem dos centros de formação são inseridos no mercado de trabalho num período médio de cinco meses. “A formação não é um custo, é um investimento”, disse o PCA de IEFP que apelou aos formandos a terem também, além dos conhecimentos teóricos e práticos obtidos com a formação, atitude no desempenho da profissão para inserção ou auto-inserção no mundo laboral. O conselheiro técnico da cooperação luxemburguesa, Juan Buchet, que participou na feira de profissões destacou a visão positiva das autoridades nacionais em relação ao sector de formação profissional. A coordenadora do Centro de Emprego e Formação Profissional do Fogo, Paula Silva disse que a realização da feira visa sensibilizar e engajar os jovens na formação profissional de modo a aderirem aos novos cursos programados para 2015. Segundo Paula Silva, em 2014 um total de 415 jovens inscreveram-se nos diversos cursos ministrados pelo centro dos quais 351 concluíram com sucesso, anotando que no mesmo ano foram disponibilizadas 86 ofertas de emprego, 146 estágios profissionais e 86 formandos colocados no emprego. Para 2015 o centro tem como meta a realização de seis acções de formação, 10 acções de capacitação destinadas a 315 jovens, abrangendo áreas de manutenção de informática, cabeleireiro e estética, atendimento ao público, contabilidade e gestão (a mais procurada), canalização, electricidade, cobertura e decoração de bolos, manutenção de eletrodomésticos, Excel avançado, atendimento de bares/cafés e lanchonetes, inglês para adultos, agricultura e pecuária (técnicas base de agricultura e pecuária), artesanato, construção civil, turismo. Paula Silva disse que a aposta do centro neste momento é aumentar e dinamizar a oferta formativa para os jovens da ilha Brava, onde têm em perspectiva a realização este ano de uma acção na área de transformação de pescado. A feira de profissões decorreu durante todo o dia de sexta-feira e além de visita guiadas aos estandes com informações de cada curso ministrado sob a responsabilidade dos formadores e formandos sobre o perfil profissional. Realizou-se também um workshop sobre “oportunidade de investimento na área de agro-negócio” presidido pelo delegado do Ministério do Desenvolvimento Rural (MDR) Elisangelo Moniz, do perfil do empreendedor por António Cula e concurso “melhor apresentação da profissão” dos formandos e incubados do Centro de Emprego e Formação Profissional do Fogo. JR   Inforpress/Fim    
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