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São Filipe: Greve de professores com “pouca” adesão por medo e questões políticas – representante Sindep

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Actualizado a 24/02/2015, 11:05 São Filipe, 24 Fev (Inforpress) – A “fraca” adesão à greve, no primeiro período, na ilha do Fogo está relacionada com a “falta de consciência” dos professores em relação aos seus próprios direitos e por questões políticas, considera o Sindicato Nacional dos Professores (Sindep). O representante local do Sindep, Adolfo Rodrigues, explicou ainda à Inforpress que as greves e manifestações na ilha do Fogo sempre contaram com a participação de poucas pessoas, “sobretudo daquelas que estão mais prejudicadas e que preferem ir a reboque”. Este disse que actualmente não se pode falar de medo por se tratar de reivindicar os próprios direitos, pelo que se mostra optimista quanto ao aumento do número de grevistas no período da tarde. Na escola secundária de São Filipe, com cerca de uma centena de professores, no período da manhã menos de duas dezenas marcaram presença na greve e na escola do ensino básico integrado (EBI) “Pedro Monteiro Cardoso”, dos nove professores que trabalham no mesmo período apenas dois estavam em greve e apoiados por uma colega que trabalha na parte administrativa. A adesão maior foi na escola do EBI de Santa Filomena, onde dos 11 professores que leccionam no período da manhã apenas dois não participaram na greve e na escola de Cobom a adesão foi de 75 por cento (%), onde apenas um dos quatro professores que lecionam neste período estava a trabalhar. Emanuela Lobo, professora da escola “Pedro Monteiro Cardoso” disse à Inforpress que neste estabelecimento de ensino as pessoas trabalham por “aparência”, isto é “para agradar o gestor e responsável educativo na ilha”, indicando que todos estão prejudicados. A não reclassificação dos professores com alguns a perder uma média de 20 mil escudos/mês e novo enquadramento, são de entre as muitas reivindicações que os professores exigem nestes dois dias de greve, iniciada hoje. JRInforpress/Fim
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