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Erupção Vulcânica: Inquérito confirma existência de 300 pessoas nos centros de acolhimento que não viviam em Chã das Caldeiras

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Actualizado a 14/02/2015, 00:02 São Filipe, 14 Fev (Inforpress) – O novo inquérito promovido esta semana pelas autoridades que gerem a situação das famílias deslocadas de Chã das Caldeiras confirma a existência de 300 pessoas nos centros de acolhimento, mas que não viviam naquela localidade na altura da erupção. O presidente do Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros (SNPCB), Arlindo Lima, disse à Inforpress que na sequência do inquérito, as autoridades vão fixar, na segunda-feira, 16 de Fevereiro, nos centros de acolhimento dos Mosteiros, Achada Furna e Monte Grande, como na cidade de São Filipe, uma nova lista com nome das pessoas que residiam em Chã das Caldeiras à data da erupção, esperando pela reacção das pessoas que são cortadas das listas. Arlindo Lima acrescentou que o censo de 2010 apontava a existência de uma população de aproximadamente 700 residentes (697), distribuídos por 158 famílias, notando que é normal agora ter uma média de 900 pessoas residentes, numero que vão continuar a ser contemplado. Aquele responsável afirmou que na semana de 16 a 22 de Fevereiro, as 300 pessoas serão contempladas com os géneros, mas que a partir da semana de 23 deste mês, apenas as pessoas que realmente residiam na Caldeira vão beneficiar das ajudas. Em relação aos géneros distribuídos, Arlindo Medina explicou não se tratar de cesta básica porque o cabaz tem muito mais do que os produtos básicos, desde fraldas passando por shampoo e outros produtos e géneros alimentícios como peixe, carne e outros. A equipa de recenseamento, integrada por elementos da Protecção Civil, Cruz Vermelha, câmaras municipais e três elementos da população de Chã das Caldeiras, percorreu os três centros e os bairros periféricos da cidade de São Filipe onde estão instaladas algumas famílias de Chã das Caldeiras. JR Inforpress/Fim  
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